terça-feira, 20 de maio de 2008

A MARGARIDA E EU, ANTÓNIO, AMIGOS DE LONGA DATA!

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BURROS É O QUE NÃO FALTA
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Desde muito novo que sempre gostei de burros, confesso. As minhas preferências até iam (e vão) para burras, sempre são mais meigas e maternais.
Claro está que quando desatam aos coices são muito piores que os burros, mas isso foi uma observação “muito bem observada” que desde gaiato fiz. Para além disso qual é novidade? Quem não sabe que os coices das burras são muito mais potentes que os dos burros?!
Machista! Já estou a ouvir pensarem e dizerem. Não se trata disso mas sim de em seis décadas a observar os animais. Pronto.

Como ainda não estou tão xexé quanto isso não me esqueci daquilo que é a razão desta prosa. Tem a ver com a revelação de um segredo… pelo menos de uma intimidade que não sei se não a violarei ao desrespeitar a minha grande amiga Margarida.
Pois é verdade, eu sou amicíssimo da Margarida. Já era da avó e da mãe, que também se chamavam Margaridas, e agora sou desta Margarida. Novinha, mas bem bonita. Digam lá que não.
Olhem bem para a fotografia em cima e apreciem com deleite esta linda burra!
Não é um espanto? Não é linda? Evidentemente que é!

Provavelmente desconhecem o Timor Lorosae Nação, blogue da Fábrica dos Blogs, equipa de que faço parte prazenteiramente mas, mesmo assim, vos digo que só pelo que nele encontrei hoje logo de manhãzinha nos comentários fartei-me de rir…
É que diziam por lá que eu era a Margarida. Ora pensei: mas como é possível que eles saibam que tenho uma amiga chamada Margarida e por isso me confundam com ela?
Afinal não era nada disso. Sei que tenho as orelhas grandes e sou bastante peludo mas… já não tenho a juventude da Margarida. Quem me dera!

Relendo os comentários, lá no TLN, conclui que afinal diziam que eu, António, era a Margarida leitora do TLN, que participa bastante no referido blogue.
Que alívio, afinal não estavam a falar da minha Margarida!
Fiquei sem saber se lhes devia contar ou não, sobre a minha amiga Margarida, e achei por bem não o fazer sem a aprovação da Margarida.
Claro que sobre a Margarida leitora do TLN e amiga dos timorenses tive de dizer que não era eu. Eu sou António, pá!
A Margarida, a senhora dona Margarida participante do TLN é uma outra pessoa, que até merece muito mais respeito e consideração do que aquele que por lá lhe dão certos comentaristas…
Mas ela também não se atrapalha e vira-se bem para eles… e chega-lhes com a reciprocidade que merecem.
Mulher valente!

Valente, é igualmente a minha Margarida. Sai à mãe, toda modernaça.
Uma vez foi para a praia do Meco – quando ainda o nudismo era proibido - e lá andou em pêlo até aparecer o Cabo do Mar a repreendê-la, querendo que se vestisse, multando-a. Claro que levou um par de coices e foi queixar-se ao Almirante do Mar Américo Thomaz.
Isso deu direito à PIDE cá em casa e tudo. Coisas burras da Margarida! As manias de fazer nudismo!
Mas a filha já não é tanto assim. Os tempos também são outros e há muito mais burros. É tudo à farta com esta juventude.
Tenho dito. Sobre a Margarida e eu, António, acabou a prosa. Nunca mais volto ao assunto.
Agora já sabem sobre a minha afinidade com a Margarida.
Pelo sim pelo não opto por publicar a prosa a propósito e que hoje de manhã publiquei no TLN.

1 comentário:

luis disse...

a margarida com oculos e pelo na venta nao me era dificil de imaginar...mas o verissimo com umas orelhas tao engracadas nao me tinha passado pela cabeca...
um abraco aos dois...